Semana de prova, por isso post por aqui está sendo quase pago para que façam (mentira), mas quanto a semana de prova é verdade, então fica meio difícil essa semana ter algo de novidade por aqui.
Mas hoje eu queria, vamos se dizer, desabafar, queria muito, preciso na verdade de terceiras,quartas e quintas opiniões.
Vou contar a história como outra pessoa, para vocês entenderem! Mas não vou termina-la hoje, e nem contar detalhes porque se não faço um livro!
Verônica conheceu uma cara pela internet em 13 ou 15 de abril de 2008, ele já tinha alguém, e ela tinha acabado de desistir do tal "amor de adolescente". Foi incrível da forma como aquela pessoa apareceu em sua vida,ele era simpático, bonito, legal, auto-confiante, engraçado, entre outras qualidades que só ele aos olhos dela poderia ter.
Nunca foi uma relacionamento real, mas o sentimento, esse era outra história, começou a nascer dali algo a mais,
amor eu diria, ela começou então a passar as
24 horas do dia com o pensamento nele, a falar mais dele no que no outro, a ter aquela sede, aquela vontade dele. Acabou virando um vicio, descontrolado.
Todo dia os dois conversavam, trocavam risos, enquanto ela e a ex dele (ou não ex), trocavam patadas, quase que d
ois leões famintos brigando por um pedaço de carne (e que pedaço). Mas enfim, Verônica foi que foi, acabou "ficando" com ele- agora 3 pontos pra
VV-. Ótimo, estava perfeito.
Eis que num belo dia, começam a aparecer os problemas, que qualquer relacionamento tem -lembrando é
uma história virtual- aparece as crises de ciúmes, as proibições, o que era mágico, perfeito, acaba virando um inferno! Olha seu 3º amor, e ela mais uma vez caindo do cavalo,
jurando não se apaixonar de novo (iludida, porque já estava apaixonada, mal sabia ela que isso era só o começo). Se bem que nessa época ela
não era tão apaixonada quanto é hoje, afinal, não tinha nem um pouco de maturidade. Não sei se tem hoje, mas é
bem mais madura que antes.
Então começa a aparecer pessoas, outros homens, algumas mulheres, e aquilo começa ficar sufocante, então, hora de dar aquele basta, aquele tempo, hora de balada, beber, ficar.
ERRO.
Ela estava tão desiludida com tudo, na verdade ela não estava com ele, e hoje nem sabe como foi direito, não lembra detalhes, afinal,
uma página em branco, mas ficou comum cara de outra cidade, ela estava errada? Ela estava solteira, ficou com alguém solteiro... Está errada?
O tempo passa, e as conversas entre Verônica e o tal namorado- me esqueci de menciona o nome dele, Pietro- começaram a voltar a ficar boas, a intimidade novamente, os sorrisos, as escapadas nas madrugadas para ficar no computador o máximo de tempo possível, e ao desligar demorar horas pensando naquela pessoa,
jurando ser pra sempre.
Seria essa a melhora para o fim? Então novamente os dois terminam antes mesmo de acabar 2008, antes mesmo do natal, das festas, não sei detalhes, mas foi por ai que aconteceu. Verônica foi até a casa de uma amiga, pediu para que conversasse com ele, disse que estava
pensando em suicídio, mas ainda não faria nada, tentaria uma segunda vez conversar.
Tarde, já tinha a excluído, acho que mesmo com o coração na mão ele estava decidido que nunca mais iria ver aquela loira, chata e metida na frente novamente.
Sabendo disso Verônica tenta suicídio, pulsos e remédios, nada acontece apenas hospital e coisas assim, broncas e castigos, mas ele mesmo, não voltou. Então meses de tortura, pesadelos, sem dormir direito, tendo que acorda todo santo dia, lembrar dele e chorar, ela não conseguia sair desse inferno, ela não podia sair disso, ou melhor, ela queria ficar assim, ela queria ainda ele, mesmo que sofrendo, aceitava qualquer coisa, fez perfil falsos para visitá-lo, contas curioso, adicionou contatos para saber dele.
Um vicio, ou até mais que isso, começou a enlouquecer com essa história, ela precisava dele, ela não sabia mais o que era viver. Então, assim como um luz caindo sobre suas cabeças, ela resolve erguer a cabeça, acredita que ele não ficou com ela por corpo, por beleza exterior (e isso ela tinha, ou melhor, tem e muito). Começa então maratona, academia 2009!
Indo na academia ela se sentia melhor, afinal ganhando curvas perfeitas, perdendo peso, que mulher não se sente bem? Começou a sair de novo,
a participar da igreja, lual na sexta com amigos, baladinhas ao sábados, conversas e violão aos domingos, começou a viver novamente, mas nunca, em momento algum deixou de pensar nele, de lembrar dele e muito menos de rever suas fotos e cada dia desejar que voltassem, mesmo que passassem 20 anos, ela esperaria (ela espera se for preciso).
Mas pensando nele também ela saiu com outros em 2009, com o tal ex antes de conhece-lo, muitos pedidos fizeram a ela, e muitos foras ela deu, ela até pensou em aceitar um pedido de namoro, mas ficando com o cara foi o apelido do Pietro que ela direcionou a pessoa que estava, vendo essa cena, não acreditando no que ela mesmo estava fazendo desistiu de tudo, jurou não ficar mais com homens, nem nada. Mas não parou nessa academia ela conheceu alguém, alguém vamos dizer que se fazia de amigo, quase que um lobo em pelo de ovelha, conversavam, caronas, e um beijo, outro beijo, um aviso, outro beijo, afinal, ninguém era mais de ninguém, suas esperanças estavam quase esgotadas quanto ao Pietro e mesmo com o coração na mão, ainda pensando em outro, ela ficava com o tal cara da academia. Então depois de 1 ou 2 meses, ela se cansa desse lenga lenga com o cara, depois de pouquíssimas ficadas ela desiste. Ela não consegue esquecer, então pra que ficar enganando a si, e aos outros. Então decide, não fico com ninguém, que não seja ele.
Confuso? Não viram nada , vocês ainda não viveram tal situação...
Mas continuando...
Era Janeiro, de 2010, dia 9, aniversário de Pietro, e não sei como ela ligou o computador, pensou em voltar (enquanto ele estava numa festa, ficando com duas garotas), fez plaquinhas, queria estar com ele, pensou em discar seu número mas lembrou que não o tinha, conversou com uma amiga e essa disse pra ela esquecer, que já fazia muito tempo, que ele nem lembrava mais dela, pra ela continuar, foda-se se era aniversário ou qualquer outra data idiota. Mas aquela data era importante, era mais um ano de vida daquele que ela considerava (considera) o amor da sua vida. Mas então desistiu, tentou visitar o tal perfil fake, passou pelas fotos dele, re-leu poemas, textos, ouviu canções, com o coração ainda apertado, mas desejando mais do que nunca voltar, tomou coragem acreditou nela mesmo,
e jurou voltar, jurou tentar, jurou que podia ser a ultima coisa que fizesse mas iria pedir uma 2ª 3 ª 4ª chance! Então em março de 2010, acho que era 6 de março, ela visitou o perfil dele, não mais com sua fake, mas sim com o perfil dela mesmo e resolveu adicionar, com o coração batendo forte, aquele medo de uma negação.
Pasmem! Ela entrou mais tarde e ele havia adicionado, sua primeira reação?
Sorriso involuntário- o mesmo sorriso que ela dava quando via ele dizer que a amava- vendo a cena, ligou pra melhor amiga, gritos ao telefone, tipo : ELE ME ADICIONO!!!. Maravilhoso, perfeito, primeiras conversas, sabe, sabe qual era a sensação?
Sabe quando você recebe o primeiro beijo na bochecha, quando está no maternal, daquele garoto que você ama? E você fica toda vermelha, toda sorridente, com vergonha,
♥ forte e se pergunta - Oh meu Deus o que eu estou sentindo? O que está acontecendo com meu coração? Porque não consigo falar nada? Que sensação estranha! Foi essa sensação que Verônica sentiu ao ler o primeiro Oie, tudo bem?Quanto tempo? Como vai a vida?... Essas perguntas, Verônica foi contando tudo, sabe naquela empolgação, e ao mesmo tempo querendo dizer - MEUW
EU TE AMO,
eu nunca te esqueci, volta comigo? Não foi atoa que eu te adicionei, você é o amor da minha vida tudo pra mim!
Ela não disse que o amava, tinha medo , afinal, sua amiga tinha dito que ele já estava com outra. Então, deixa fluir...
Continua...
Agora tenho que estudar, e Verônica tentar mais uma vez ligar pra ele e saber como ele está, ouvir sua voz novamente. Então até o próximo capitulo.